... e com mobilidade reduzida!
Se já é mau estar de baixa em casa, numa altura em que a temperatura convida a ir até à praia, pior é estar limitado a quatro canais (é nestas alturas que percebo porque, mesmo quando só vejo uns minutos de televisão por dia, nunca pensei em deixar de ter televisão por cabo). A programação das televisões de manhã é má demais, e quando comparado com o SIC 10 Horas e o Praça da Alegria (quem pôs um tal de Hélder a apresentar programas?), a melhor coisa que se vê nos canais generalistas portugueses de manhã é mesmo a repetição de séries antigas do "Morangos com Açúcar".
Ontem ainda consegui ver o excelente "Jantar de Palermas", um filme francês de 1998, que já há algum tempo tentava ver e que inspirou a peça "Jantar de Idiotas", que até pouco tempo atrás esteve em cartaz em Lisboa. Para os que não tiveram a oportunidade de ver a peça (como eu), faço a sugestão para que vejam este divertidíssimo filme, que ainda tem o grande mérito de gozar com os funcionários das Finanças!
Nas salas de cinema portuguesas estão alguns bons filmes em cartaz, com a vantagem de conseguirem agradar a públicos bem diferentes.
Deixo a minha sugestão para que vejam Colisão, Crash no original, um filme que lida com o preconceito racial, e de que forma as diferentes raças se cruzam numa cidade como Los Angeles. Um filme imperdível, que trata um assunto pertinente depois dos arrastões e manifestações dos últimos dias e que, tem a vantagem de conseguir terminar com uma pequena nota de optimismo.

Não sou fã da Banda Desenhada, gosto de ler o que um amigo escreve sobre a temática, mas ainda não tinha tido a vontade de ler nenhum dos álbuns de que ele fala tão elogiosamente. No entanto, depois de ter visto, na passada sexta, o filme "Sin City", fiquei com vontade de ler alguns álbuns de BD, e de Frank Miller em especial.
Por certo, da próxima vez que for à FNAC vou perder alguns minutos na secção de Banda Desenhada.
E faltam menos de duas semanas para a estreia de outro filme baseado em livros de Frank Miller, que também tenho grande curiosidade em ver: Batman Begins.
"An old man dies. A young girl lives. A fair trade."
Já neste blog escrevi que sou um fã de comédias românticas, hoje tive a oportunidade de confirmar isso mesmo. Fui ao cinema ver o filme "Hitch - A Cura Para o Homem Comum" e confesso que saí muito bem-disposto. Não é muito difícil eu sair de um filme a cantar, mas quando saio a dançar é sinal que me diverti bastante.
Excelente actor (Will Smith), actriz lindissima (Eva Mendes), situações divertidas e um final feliz como convém numa comédia. O dinheiro que gastei no bilhete (decidi ir a um cinema da Lusomundo, náo podendo por isso utilizar o meu fantástico kingkard), foi muito bem gasto.
Duas notas breves.
Não fiquei entusiasmado com o filme, nem vi nada que justificasse a polémica.
É verdade que normalmente vemos aquilo que queremos ver, mesmo quando as evidências e os que nos rodeiam dizem, precisamente, o contrário.
Aqui vai a minha previsão (e o que eu preferia que ganhasse):
Melhor Filme - O Aviador (Million Dollar Baby)
Melhor Realizador - Martin Scorsese (Clint Eastwood)
Melhor Actor Principal - Jamie Foxx (Leonardo diCaprio)
Melhor Actriz Principal - Hilary Swank (Kate Winslet)
Melhor Actor Secundário - Morgan Freeman (Morgan Freeman)
Melhor Actriz Secundária - Natalie Portman (Natalie Portman)
Argumento Adaptado - Million Dollar Baby (Antes do Anoitecer)
Argumento Original - O Despertar da Mente (O Despertar da Mente)
Melhor Filme de Lingua Estrangeira - Mar Adentro (Mar Adentro)
Aqui estão os meus palpites para as nove principais categorias, vamos ver quantos consigo acertar.
Ir ao cinema é das coisas que mais prazer me dá. Não consigo exlicar esta atracção, mas a verdade é que, entre ver um bom filme em casa no meu sistema home-cinema , ou ver um filme medíocre, numa sala escura, com cadeiras pouco confortáveis, pessoas a fazerem barulho, a minha escolha vai para a última opção. Tenho óptimas recordações do cinema, não só dos bons filmes que vi, como até de um filme que não vi... Por isso, quando surgiu o cartão king kard, não hesitei. Nem mesmo a possibilidade real de ir trabalhar para o estrangeiro antes de completar o ano de cartão, ou o facto de ficar limitado a salas de cinema que nem eram as que eu mais frequentava, me fizeram ter dúvidas. Adoro cinema, e para sentir a magia, nem é preciso que seja um grande filme. Se repararem nas classificações que atribuo aos filmes que vou ver (costumo colocar no menú da direita), hão-de reparar que as notas são elevadas, a verdade é que as pontuações seriam bem diferentes se os filmes fossem vistos em casa. Aliás, em casa muitos filmes terminam com um zapping para outros canais ou funcionam como soporífero...
Mas se ir ao cinema ver um filme médio é bom, há os outros, aqueles filmes que me marcam, que me fazem pensar e que tantas vezes influenciam mesmo a minha vida. Só para citar alguns, lembro-me de : Do Céu Caiu uma Estrela, O Fabuloso Destino de Amélie, Tudo Sobre a MInha Mãe, Beleza Americana, Fight Club, Memento, Dogville e, hoje, junto outro a este lote de filmes, chama-se Million Dollar Baby, a que no título em português decidiram juntar um Sonhos Vencidos, que não tem nada a ver com o filme, uma vez que o filme que eu vi é sobre lutar pelos sonhos e, quem luta pelos seus sonhos nunca sai vencido.
Depois de alguns meses, voltei ontem a ir ao teatro, para ver um dos grandes clássicos do século XX, a peça "Quem tem medo de Virginia Wolfe?" de Edward Albee.
Fica a sugestão, porque não irem até ao Teatro da Trindade ver uma excelente representação. Tal como o filme "Closer - Perto Demais", a oportunidade para reflectir no papel que a verdade e a mentira desempenham numa relação.
Para quem morar longe de Lisboa, deixo outra sugestão: ver (ou rever) o filme com Elisabeth Taylor e Richard Burton.
Quer se concorde ou não com as escolhas, poucos questionam que a entrega dos Óscares é a grande festa do cinema. Foram hoje conhecidos os nomeados deste ano e, tal como previsto, os grandes dominadores das nomeações foram os filmes The Aviator, Million Dollar Baby e Finding Neverland(em exibição em Portugal com o título à Procura da Terra do Nunca).
Resta esperar pelo dia 27 de Fevereiro para ver quem será o grande vencedor. O meu palpite vai para um filme que tem recebido as melhores críticas nos Estados Unidos: Million dollar Baby, o último filme de Clint Eastwood.
Aqui vão as minhas escolhas do ano:
Álbum:
1."You Are the Quarry", Morrissey
2."Franz Ferdinand", Franz Ferdinand
3."Medulla", Björk
4."Talkie Walkie", Air
5. "Mind, Body & Soul", Joss Stone
Música:
1. "Take me Out", Franz Ferdinand
2. "Come back to Camden", Morrissey
3. "Yeah!", Usher
4. "Left Outside Alone", Anastacia
5. "Leaving New York", REM
Cinema:
1. Antes do Anoitecer, Richard Linklater
2. O Amor é um Local Estranho, Sofia Coppola
3. O Despertar da Mente, Michel Gondry
4. Diarios de Che Guevara, Walter Salles
5. A Má Educação, Pedro Almodóvar
Filmes que gostaria de ter visto (e ainda não vi):
1. A Vila, M. Night Shyamalan
2. A Melhor Juventude, Marco Tulio Giordana
3. A Vida é um Milagre, Emir Kusturika
4. Colateral, Michael Mann
5. Rapariga com Brinco de Pérola, Peter Webber
Espero receber os vossos comentários a estas escolhas que fiz, mandem as vossas listas!
Ontem fui ver Alexandre, o Grande. Achei que, mesmo que o filme não fosse muito bom, valeria sempre a pena pela Angelina Jolie.
Afinal o filme até foi interessante, e se a Angelina Jolie está de facto lindíssima (como habitualmente), o filme contou também com a participação de outra actriz que, na minha modesta opinião, exala sensualidade. Refiro-me a Rosario Dawson, que embora só apareça escassos minutos, faz a sua presença bem notada. Para quem não reconhece o nome, posso lembrar que ela no filme A Última Hora (25th hour no original), fazia o papel de Naturelle.
P.S.: Já agora, devo esclarecer que as mulheres bonitas do título não se refere só a estas duas actrizes, mas especialmente às duas amigas que me acompanharam nesta ida ao cinema!
"You are gonna miss that plane"
"I know"
Se ainda não viram, não percam a oportunidade de ver o filme "Antes do anoitecer" no cinema. Eu saí do cinema encantado, e com muita vontade em ver o original "Antes do amanhecer".
Depois de uma noite com um sucesso enorme no karaoke (posso estar a ser um pouco parcial na avaliação da minha prestação vocal de ontem, mas acho mesmo que não correu mal...), sucesso que hoje vou tentar repetir, ou até ultrapassar, em mais uma noite de karaoke, a manhã começou bem cedo, a visionar um filme que já há muito tencionava ver: "Bowling for Columbine", realizado por Michael Moore e que foi galardoado com o Óscar para melhor documentário. Adorei, acho que é um documentário que embora centrado numa questão norte-americana: a elevada taxa de homícidos com armas de fogo e a facilidade de aquisição de armas e munições, penso que poderá ser extrapolado para outras realidades, e como de facto, somos condicionados a ter medo, e como esse medo poderá levar-nos a agir de uma forma irracional, num ciclo vicioso de medo e violência. Depois de o ver, fiquei ainda com mais vontade de ver o bem mais polémico "Fahrenheit 9/11". Vou certamente vê-lo na próxima semana, quem sabe já na segunda-feira.
O cinema actual tem muitas caras bonitas, mas haverá alguma actriz tão sensual como estas duas?


Brendan Harris: "Nunca amarei ninguém assim novamente. Estas coisas não acontecem duas vezes."
Sean Devine: "À maior parte das pessoas não acontece uma vez..."
Citação livre do filme "Mystic River".
Durante estes dias de férias fui ver ao cinema o filme "La Mala Educación", o último filme de Pedro Almodóvar. Depois de "Hable con Ella" e "Todo Sobre mi Madre", dois filmes que achei excelentes, nem precisei de ler a opinião da crítica para me decidir a ir ver o filme. Confesso que saí desiludido, o filme é, na minha opinião, apenas muito bom, excelente tecnicamente, como é de esperar num filme de Almodóvar, mas acho que falta alguma coisa à história...
É claro que não vou perder o próximo filme de Almodóvar, que outro realizador me desiludiria por fazer um filme muito bom?
Chegaram, viram e, tal como os seus irmãos mais velhos (CDs) tinham feito, conquistaram quase todos. Falo dos DVDs, o formato que está, definitivamente, na moda, e que substituíu em termos de importância o CD-áudio na hora de escolher uma prenda. As razões são fáceis de entender: além das inúmeras possibilidades de escolha (filmes, concertos, documentários, séries de televisão,...), o DVD é ainda uma novidade e é normal ao Homem sentir atracção pelo que é novidade (algumas amigas minhas minhas escreveriam homem, porque acham que é o sexo masculino que anda sempre atrás da novidade).
O facto de estar na moda leva a que as revistas e os jornais se desdobrem a "oferecê-los", e alguns, como eu, já têm uma colecção em casa que, provavelmente, nunca verão na totalidade. Com uma oferta tão vasta de DVDs a baixo preço (menos de €10), é essencial ser criterioso na escolha. Surge agora uma colecção que me parece poderá incluir filmes "obrigatórios" para os adeptos do DVD, chama-se "Cine Clube DNa" e inicia-se na próxima 5ª feira, com "Apocalypse Now Redux". Os restantes filmes ainda não foram anunciados, mas dado que resultarão da escolha de João Lopes, o crítico de cinema cujas escolhas mais aprecio, tenho a certeza que serão filmes de qualidade, que me "obrigarão" a aumentar a minha colecção.
Entre as razões que impediram que fosse neste fim-de-semana o início da minha actividade no ginásio, contam-se duas idas ao cinema. Fui ver "Os Imortais", um filme que já andava para ver há algum tempo e que aconselho aos que ainda não o viram e uma estreia deste fim-de-semana, "Na América", o último do realizador Jim Sheridan e qúe conta a história de um casal de emigrantes irlandeses que vai para a América e tenta superar a perda de um filho.
Dois bons filmes que comprovam que vale a pena ir ao cinema. Eu ainda não fui ver a última parte do "Senhor dos Anéis", mas será esta semana certamente...
Ontem fui ver o filme "Love Actually" e não há dúvida que saí do cinema bem-disposto.
Confesso que sou um adepto das comédias românticas, acho que o cinema pode provocar muitas sensações, e passar duas horas divertido parece-me um bom negócio pelo preço de €5 - ainda há pouco tempo vi em reportagens quem pague €150 por uma hora de diversão...
Nenhuma comédia faz parte dos "filmes da minha vida", mas não há dúvida que uma boa comédia, com um bom elenco é a garantia de bons momentos de divertimento. E cada vez mais fazem falta estes momentos de diversão, em especial quando se lê a entrevista de uma determinada ministra...
Adorei o filme, e considero-o mesmo um dos melhores filmes que já vi. Também sei que esta opinião está longe de ser unânime, uma amiga disse-me que tinha sido um dos piores filmes que tinha visto, porque o tinha achado demasiado previsível e na blogosfera já encontrei quem o detestasse e quem gostasse muito. Acho que este é mesmo um daqueles filmes que ou se ama ou se odeia.
Posso acrescentar que depois de ver este "Dogville", fiquei com enorme vontade de ver o filme "Europa" que muitos consideram ser o melhor filme de Lars Von trier e que ainda não tive oportunidade de ver. Estou também curisoso para ver os outros dois filmes sobre a América que irão completar a triologia iniciada com Dogville.
Ainda a propósito de cinema, é difícil não falar no "Matrix Revolutions" o filme que vai estrear na próxima quarta-feira, e que tem gerado alguma expectativa sobre as surpresas que revelará. Acho que seria inteligente por parte das salas de cinema, para aproveitar este entusiasmo, passar o "Matrix Reloaded". Eu pessoalmente não me importaria nada de o rever uns dias antes de ver a conclusão da história. Que eu saiba, só em Pombal é que alguém teve esta (feliz) ideia. Será que os distribuidores estão todos distraídos, em especial num fim-de-semana que foi pobre em estreias.
Este fim-de-semana foi rico em idas ao cinema. No Sábado fui ver "Kill Bill - Volume I" do Quentin Tarantino e no Domingo "Dogville" do Lars Von Trier. Dois filmes de dois excelentes realizadores, actualmente diria que estes dois, juntamente com o David Fincher e o Pedro Almodovar são talvez os únicos realizadores que me fazem ir ao cinema, mesmo não sabendo nada sobre os filmes que dirigem.
O balanço destes dois filmes? Um achei bom, o outro excelente. Qual é o bom? Qual é o excelente? Eu prometo revelar, mas antes queria receber os vossos palpites, em especial dos que já viram algum destes filmes. Para quem não viu, fica a sugestão: aproveitem esta segunda-feira em que alguns cinemas têm preços mais baratos e vão ver bom cinema.
Para quem gosta de cinema e de xadrez (como eu), deixo um link que recolhe imagens de filmes em que aparecem cenas relacionadas com xadrez, como devem calcular a listagem é extensa.
Quando procurava um filme para ir ver esta semana ao cinema, reparei que o cinema Quarteto tem em reposição o filme "A Residência Espanhola". É um filme de que gostei muito, e que recomendo vivamente. A história, é a de um jovem francês que vai estudar para Barcelona, partilhando uma casa com cinco jovens oriundos de outros países e de como a sua vida se altera depois dessa experiência. Quando saí do cinema, voltei a lamentar não ter tido a coragem de me ter inscrito no programa "Erasmus" e de, durante um ano, ir para um país diferente e conviver com pessoas das mais variadas nacionalidades, penso que é uma experiência de valor incalculável.
"When you have insomnia, you're never really asleep... and you're never really awake."
Narrator (Edward Norton) in Fight Club
Cheguei agora do cinema, fui ver o filme "Inocente ou Culpado" (mais uma tradução criativa, o filme no original chama-se "The Life Of David Gale"), um filme que tinha vários argumentos para justificar a minha ida ao cinema: a realizaçáo de Alan Parker, a interpretação de Kevin Spacey e até opiniões divergentes, encontrei na "blogosfera" quem adorasse e quem não gostasse.
Segundo algumas críticas, um dos pontos fulcrais do filme seria a questão da pena de morte, embora para mim nem sequer exista essa questão, pois sempre me opus frontalmente a esta prática nada própria de uma sociedade civilizada. Penso mesmo, que pode ser um dos motivos de orgulho dos portugueses termos sido o 3º país (depois de San Marino e da Venezuela), a abolir a pena de morte.
Voltando ao filme, a história centra-se, não só na referida questão da pena de morte, e como inocentes podem ser condenados injustamente, mas também, nos métodos radicais utilizados pelas organizações de direitos humanos.
É um filme muito bom, que convida a pensar nestas questões. O final, que podia ser surpreendente, acaba por ser o esperado por algumas pistas deixadas ao longo do filme. Como um puzzle, tudo acaba por encaixar no final : porquê a insistência na escolha de uma jornalista que protege as fontes e porquê manter um advogado aparentemente "incompetente".
Tal como anunciado aqui vai o meu primeiro top-5, não preciso de dizer que quero receber os vossos comentários, e os vossos tops.
OS MEUS FILMES FAVORITOS
1. Fight Club
2. O fabuloso destino de Amélie Poulain
3. Tudo sobre a minha mãe
4. Memento
5. Beleza americana
Uma das coisas que chama a atenção nesta listagem, é que todos os filmes são do período entre 1999-2001. Acho que posso dizer que se trata de uma coincidência, uma vez que quando elaborei esta lista, alguns dos filmes que pre-seleccionei estavam fora deste período, por exemplo o meu favorito de infância Do céu caiu uma estrela, o clássico incontornável Blade Runner ou até o excelente 12 Macacos de 1995.
Trata-se pois de uma escolha muito subjectiva, baseada na importância que estes filmes tiveram quando os vi pela primeira vez, importância que tantas vezes dependeu do meu estado de espiríto no momento.