No Dia Mundial da Dança, a música em audição não podia fugir ao tema.
Trata-se de "Dancing Queen" dos ABBA, e é uma dedicatória a uma amiga para quem este dia é muito especial.
A música é duplamente adequada, uma vez que hoje vou assistir ao musical "Mamma Mia", com as canções do mais famoso grupo sueco de todos os tempos.
Este ano, devido a uma coincidência de datas, sou forçado a escolher entre ir à maior festa de estudantes do país (Queima das Fitas de Coimbra), ou ao maior torneio de Xadrez que se realiza em Portugal (Open Damiano em Odemira). Entre ir pelo 13º ano consecutivo à Queima das Fitas, ou pelo 3º ao torneio em Odemira, escolhi a última hipótese. Sinal de que, para mim, a tradição já não é mesmo o que era...
P.S. Depois de confirmar que, caso fosse, seria a minha 13ª Queima assustei-me, até porque a primeira, em Maio de 1993, me parece tão próxima... O tempo passa demasiado depressa!

*Inspirado no Bomba Inteligente
Este blog já leva mais de 21 meses de vida. Neste pedaço da minha vida, alternei as alturas em que escrevi quase todos os dias, com períodos em que os posts eram arrancados de semana a semana, como agora.
Ao contrário doutras alturas, não sinto o desejo de partilhar com o mundo os meus pensamentos.
Talvez, depois do fim-de-semana, regresse cheio de vontade de retomar a escrita neste espaço, ou talvez não.
Espero, ansiosamente, por mais um fim-de-semana em que vou juntar o turismo ao xadrez.
Desta vez o local é Peniche. Objectivo: ganhar uns pontitos no ranking internacional e relaxar no jacuzzi do Hotel Praia Norte!
Estou muitas vezes em desacordo com o patrão da Sonae, mas tenho que concordar com uma afirmação que ele proferiu este fim-de-semana:
"O conhecimento é um bem que se amortiza muito depressa."
Ainda acredito que o Benfica vá ser campeão.
Será que ainda há alguém que não ache que o Mourinho é o melhor treinador de futebol do mundo?
A série "Perdidos" é do melhor que se pode ver na televisão portuguesa (RTP ou FOX).
Não tenho novidades do meu concurso para a União Europeia (o tal que, provavelmente, me levará a emigrar).
Continuo a fazer fisioterapia todos os dias úteis, depois dos rápidos progressos iniciais, sinto que o final da recuperação está a ser demasiado lento (e já tenho saudades de praticar desporto!).
Espero ansiosamente pelo início de Maio, para o meu regresso a um ginásio.
Olho para os filmes em exibição nos cinemas do Monumental e percebo que já vi os oito, para ir ao cinema a seguir ao trabalho tenho de optar por outro.
Nos próximos fins-de-semana tenho muitos jogos de xadrez, o que me impede de ir à praia tantas vezes como desejava.
O Seal e o Rufus Wainwright actuam em Lisboa no próximo dia 24 de Abril, estou nesse fim-de-semana a jogar xadrez em Peniche, e por isso, não vou poder escolher entre um e outro.
Tenho pena que alguns bloggers estejam como eu, com pouca vontade de escrever!

Façam uma visita ao site de Philippe Starck.
Daqui a poucas horas vai decorrer o casamento entre o Príncipe Carlos e Camila Parker-Bowles. O casamento até irá ser transmitido nos principais canais norte-americanos, mas não vai ter a audiência global que teve o primeiro casamento do herdeiro da coroa britânica.
No entanto, para mim, este é que é o verdadeiro casamento de sonho. O que dizer de um amor que sobrevive 30 anos a pressões da família, perseguições da comunicação social, deveres reais, casamentos, filhos,...?
Acho que este casamento é a prova de que o Amor pode mesmo ser para sempre. Um final feliz para uma bela história de amor.
Nesta altura em que as atenções do mundo estão todas viradas para o funeral do Papa João Paulo II, que alguns já apelidam de figura mais importante do século XX, talvez seja a altura de conhecer outro líder religioso, que em Portugal nunca teve mais do que uma pequena parte da atenção mediática concedida a João Paulo II. Falo de Tenzin Gyatso, o 14º Dalai Lama, figura máxima da religião budista.
Quando se diz que este Papa foi o primeiro líder espiritual a promover o encontro inter-religioso, talvez fosse importante recordar que ainda no tempo do Papa Paulo VI, o 14º Dalai Lama fez questão de se encontrar com ele no Vaticano, da mesma forma que pouco depois da eleição de Karol Wojtyla como Papa, insistiu em encontrar-se com ele, o que acabaria por fazer por diversas vezes. Da mesma forma encetou contactos com os líderes de outras religiões (anglicanos, judeus, muçulmanos, hindus).
A forma como sempre defendeu uma solução pacífica baseada na tolerância e respeito mútuo, para resolver o diferendo com a China, tem de ser visto como um exemplo, que lhe foi, aliás, reconhecido com a atribuição do Prémio Nobel da Paz em 1989.
Deixo uma citação livre de um dos ensinamentos de Sua Santidade, o Dalai Lama:
Não acredites em coisa alguma com base na autoridade de mestres e sacerdotes; Aquilo, porém, que se enquadrar na vossa razão, e depois de minucioso estudo for confirmado pela vossa experiência, conduzindo ao vosso próprio bem e ao de todas as outras coisas vivas: A Isso aceitai como verdade.
Estes dias de férias, proporcionaram-me uma prenda indesejada: uma valente constipação, que me impediu hoje de sair de casa. Não pude aproveitar o Sol que hoje brilhou, nem ir ao cinema e, pior que tudo, não pude ir assistir à representação de uma peça onde entra uma amiga.
Nos meus zappings televisivos, passo muitas vezes pelo Biography Channel. Hoje tive a sorte de deparar com um documentário sobre a vida de Bobby Fischer, um dos mais geniais jogadores de xadrez de sempre e, certamente, o mais polémico.
Um exemplo de como a loucura e o génio andam muitas vezes de mãos dadas.
Apesar de não ser católico, aliás, nem professar qualquer outra religião, reconheço a importância da figura do Papa.
O que me parece totalmente despropositado, é esta overdose de notícias sobre o Papa, em especial, porque desde a sua morte não há qualquer nova notícia.
Acontece-me isto sempre que vou até ao Algarve, saio a pensar que devia pedir transferência para lá.
Não fosse o facto de estar, neste momento, empenhado noutro projecto de mudança, e acho que estas férias teriam sido mais do que o suficiente para me converter ao Sol algarvio. Estou convicto que se a minha vontade de emigrar não se realizar, vou acabar por concretizar este outro desejo tantas vezes adiado.
Duma forma ou doutra, acho que o meu tempo de residência na Grande Lisboa se aproxima do final, não se devendo estender para além de 2006.
Não sei se foi o tempo surpreendentemente bom para esta altura do ano, se foi a companhia de um bom livro, se o torneio de xadrez bem organizado (apesar das duas derrotas nas duas últimas partidas terem compremetido a classificação final), ou se foi, simplesmente, o facto de atravessar uma boa fase na minha vida. Provavelmente, foi a conjunção destes factores, que transformou estes dias de férias no Algarve, nas minhas melhores férias dos últimos anos!
Regresso a casa, cheio de energia positiva, preparado para uns meses de trabalho sem férias e, acima de tudo, muito optimista em relação à continuação deste bom momento que atravesso.