Já o escrevi anteriormente, há algumas pessoas que estranham o meu leque diversificado de gostos, acham esquisito que se possa gostar simultaneamente de fado, música pop, rock, techno, música clássica, reggae, jazz, etc...
A razão é simples, os gostos não resultam de formas matemáticas. Quando me perguntam porque gosto de algo ou de alguém, apetece-me, quase sempre, dizer: "Porque sim!", acho que nem deveria precisar de dizer mais nada. No entanto, lá tento acrescentar algumas qualidades que justifiquem o que sinto. Na verdade, nem eu sei o que me leva a gostar de determinadas coisas ou de determinadas pessoas, sei que gosto.
"Prefiro ser um homem de paradoxos que um homem de preconceitos", Jean Jacques Rosseau