Os mais ligados à religião (ou os que viram o excelente filme, Se7en - Sete Pecados Mortais, do David Fincher), sabem que o orgulho é um dos 7 pecados mortais, um daqueles que nos pode levar direitinhos ao Inferno.
Eu já tenho a minha dose de pecados mortais com a preguiça, no entanto, tenho de confessar que senti uma pontinha de orgulho, quando hoje, ao ler o DNMais, suplemento de Sábado do "Diário de Notícias", vi que o grande destaque era o àlbum da Carla Bruni, o mesmo de que eu tinha falado tão bem ontem.
O orgulho é tanto maior, na medida em que o DNMais tem sido, para mim, uma referência em termos musicais, e tem sido graças a ele e ao Kazaa, que tenho descoberto muita da música que ouço hoje, sem ser exaustivo lembro-me por exemplo de: Sigur Rós, The White Stripes, Múm, Röyksopp ou o álbum a solo da Beth Gibbons.
Além da crítica muito favorável ao álbum (classificado com 5, na escala de 0 a 5), ainda por cima feita pelo Nuno Galopim, um dos jornalistas musicais com mais prestígio do país, os leitores do DNMais podem apreciar a leitura de uma entrevista com a Carla Bruni, e descobrir que além de bonita, de escrever letras muito boas e de cantar bem, ela diz coisas muito inteligentes. Confesso que eu já estou apaixonado. Carla, se por acaso leres este "blog", manda um mail, que embora o meu francês e o meu italiano não sejam muito bons, tenho a certeza que nos podemos entender, até porque a música é uma linguagem universal (e o amor também...).